O UBS reiterou a visão atrativa para as ações de mercados emergentes, com destaques para o setor de tecnologia da China continental, Coreia do Sul, Indonésia, Malásia e Brasil. O argumento se sustenta pela liderança em inovação em inteligência artificial na região, pela melhoria na governança corporativa na Ásia e pelos preços mais altos de commodities.
De acordo com os analistas da casa, o Brasil tem se destacado dentro do mercado emergente por seus fundamentos sólidos, pelo ciclo doméstico de corte de juros e, em especial, por seu papel como grande exportador de commodities.
Para o UBS, esse combo proporciona uma diversificação e suporte em um ambiente de preços de energia cada vez mais elevados. A médio prazo, os analistas esperam que o foco global em segurança energética e escassez de commodities sustente os setores relacionados no Brasil.
Além disso, em um ambiente de alta do preço da energia, a orientação do mercado para ativos reais, setor financeiro e setores cíclicos tem proporcionado diversificação e um hedge natural.
De acordo com os analistas, o impacto dos preços mais altos de energia tem funcionado como um fator positivo para exportadores líquidos. Esse movimento sustenta o câmbio e os lucros corporativos enquanto, para importadores líquidos, eleva a inflação e pressiona as avaliações das ações.
Em um cenário em que os preços de energia fiquem elevador por mais tempo, o UBS vê exportadores de commodities como o Brasil se mostrando mais resilientes.
Possíveis riscos
Mesmo com a volatilidade já esperada pelos mercados com as eleições presidenciais no final do ano, os analistas destacam que há espaço para melhora no sentimento de mercado. E, em consequência, crescimento dos lucros, à medida que a clareza das políticas aumenta.
Os principais riscos para esse tese incluem uma correção acentuada nos preços das commodities, um ciclo de afrouxamento monetário menos intenso e choques políticos locais.
Mercados emergentes
Dentro dos mercados emergentes, a preferência mais atrativa do UBS segue sendo o setor de tecnologia da China continental. Para o gestor global, o setor permanece como líder em aplicações de IA, com grandes plataformas apoiadas por estruturas de larga escala, dados e ecossistema.
Mesmo com a fraqueza recente do setor, os analistas seguem olhando para frente. Com avanços em modelos de linguagem de grande escala, novos lançamentos de produtos de IA e redução de riscos geopolíticos, a expectativa é de melhora no sentimento dos mercados, levando a uma reavaliação do setor.
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O UBS reiterou a visão atrativa para as ações de mercados emergentes, com destaques para o setor de tecnologia da China continental, Coreia do Sul, Indonésia, Malásia e Brasil. O argumento se sustenta pela liderança em inovação em inteligência artificial na região, pela melhoria na governança corporativa na Ásia e pelos preços mais altos de commodities.
De acordo com os analistas da casa, o Brasil tem se destacado dentro do mercado emergente por seus fundamentos sólidos, pelo ciclo doméstico de corte de juros e, em especial, por seu papel como grande exportador de commodities.
Para o UBS, esse combo proporciona uma diversificação e suporte em um ambiente de preços de energia cada vez mais elevados. A médio prazo, os analistas esperam que o foco global em segurança energética e escassez de commodities sustente os setores relacionados no Brasil.
Além disso, em um ambiente de alta do preço da energia, a orientação do mercado para ativos reais, setor financeiro e setores cíclicos tem proporcionado diversificação e um hedge natural.
De acordo com os analistas, o impacto dos preços mais altos de energia tem funcionado como um fator positivo para exportadores líquidos. Esse movimento sustenta o câmbio e os lucros corporativos enquanto, para importadores líquidos, eleva a inflação e pressiona as avaliações das ações.
Em um cenário em que os preços de energia fiquem elevador por mais tempo, o UBS vê exportadores de commodities como o Brasil se mostrando mais resilientes.
Possíveis riscos
Mesmo com a volatilidade já esperada pelos mercados com as eleições presidenciais no final do ano, os analistas destacam que há espaço para melhora no sentimento de mercado. E, em consequência, crescimento dos lucros, à medida que a clareza das políticas aumenta.
Os principais riscos para esse tese incluem uma correção acentuada nos preços das commodities, um ciclo de afrouxamento monetário menos intenso e choques políticos locais.
Mercados emergentes
Dentro dos mercados emergentes, a preferência mais atrativa do UBS segue sendo o setor de tecnologia da China continental. Para o gestor global, o setor permanece como líder em aplicações de IA, com grandes plataformas apoiadas por estruturas de larga escala, dados e ecossistema.
Mesmo com a fraqueza recente do setor, os analistas seguem olhando para frente. Com avanços em modelos de linguagem de grande escala, novos lançamentos de produtos de IA e redução de riscos geopolíticos, a expectativa é de melhora no sentimento dos mercados, levando a uma reavaliação do setor.
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