
O Ibovespa voltou a ceder e retomou o fluxo de baixa após duas sessões consecutivas de recuperação, encerrando a última sessão com queda de 0,81%, aos 176.209 pontos, após oscilar entre a mínima de 174.893 pontos e a máxima de 177.648 pontos. O índice segue inserido em um movimento corretivo iniciado após renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a tendência de baixa no curto prazo. Além disso, o rompimento recente de suportes importantes reforça o risco de continuidade das quedas em direção a níveis mais baixos. O IFR (14) em 35,68 permanece próximo da região de sobrevenda, o que pode favorecer repiques técnicos. Ainda assim, o fluxo predominante segue vendedor, principalmente se houver perda da faixa de 173.543 pontos.
Para que o índice volte a ganhar força compradora, considero importante o retorno acima das regiões de 178.340/182.725/187.780/192.890 pontos e, posteriormente, da resistência em 196.725 pontos, com alvo mais longo no topo histórico em 199.354 pontos. Acima disso, o Ibovespa poderia voltar a mirar a região psicológica dos 200.000 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com a perda da importante região de 173.543 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo potencial para aceleração das quedas, com alvos em 171.815/164.780 pontos e projeção mais longa em 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice voltou a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, embora ainda permaneça próximo dessas referências, o que mantém o mercado em uma zona decisiva no curtíssimo prazo.
Para retomada da alta, será necessário superar a faixa de resistência em 178.200/179.475 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 180.935/182.870 pontos, com extensões em 185.585/187.845 pontos.
Por outro lado, caso volte a perder a região de suporte em 174.890/173.540 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais força, com alvos em 171.815/168.835 pontos e projeções mais longas na faixa de 166.295/163.570 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (22/05) com baixa de 0,53%, aos 177.745 pontos, devolvendo parte da recuperação recente e mantendo o mercado sob pressão no curto prazo.
Em resumo, observo um mercado ainda fragilizado, embora o mini-índice siga tentando estabilização após o forte movimento corretivo das últimas semanas. No gráfico de 15 minutos, o ativo encerrou o pregão entre as médias móveis, mostrando indefinição no curtíssimo prazo. Para a sessão, acompanho principalmente o suporte em 177.530/176.995 e a resistência em 178.240/178.700, faixas que podem definir o direcionamento intradiário.
Já no gráfico de 60 minutos, o índice segue abaixo das médias, mas ainda próximo delas, o que mantém espaço para movimentos mais voláteis.

O minidólar (WDOM26), contrato com vencimento em junho, encerrou a última sessão (22/05) em alta de 0,72%, aos 5.051,5 pontos, ampliando o movimento de recuperação observado nos últimos pregões.
Na minha leitura, o minidólar segue mostrando fortalecimento comprador no curto prazo após voltar a negociar acima das médias móveis nos gráficos intradiários. No gráfico de 15 minutos, a região de 5.038,5/5.027,5 pontos passa a ser o principal suporte imediato, enquanto a resistência em 5.052/5.067 pontos será decisiva para a continuidade da recuperação.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo mantém viés positivo ao negociar acima das médias móveis, embora ainda exista atenção para a formação de um possível triângulo descendente.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em maio, encerraram a última sessão com forte queda de 3,54%, aos 377.840 pontos, ampliando a pressão vendedora e aproximando o ativo de regiões importantes de suporte.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo segue dentro de uma estrutura lateral mais ampla, porém com fortalecimento do fluxo vendedor no curto prazo. As médias móveis de 9 e 21 períodos continuam sem direção definida, enquanto o preço permanece abaixo dessas referências, mantendo o viés negativo. O IFR (14) em 42,98 segue em zona neutra, mas já mais próximo de níveis que indicam enfraquecimento comprador.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 377.720/360.059 pontos pode intensificar ainda mais a pressão vendedora, abrindo espaço para quedas até 336.570/331.465, com alvo mais longo em 305.902/288.590 pontos.
Por outro lado, uma retomada mais consistente do fluxo comprador dependerá da superação da faixa de 410.120/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (25).

Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
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O Ibovespa voltou a ceder e retomou o fluxo de baixa após duas sessões consecutivas de recuperação, encerrando a última sessão com queda de 0,81%, aos 176.209 pontos, após oscilar entre a mínima de 174.893 pontos e a máxima de 177.648 pontos. O índice segue inserido em um movimento corretivo iniciado após renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o índice continua negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo a tendência de baixa no curto prazo. Além disso, o rompimento recente de suportes importantes reforça o risco de continuidade das quedas em direção a níveis mais baixos. O IFR (14) em 35,68 permanece próximo da região de sobrevenda, o que pode favorecer repiques técnicos. Ainda assim, o fluxo predominante segue vendedor, principalmente se houver perda da faixa de 173.543 pontos.
Para que o índice volte a ganhar força compradora, considero importante o retorno acima das regiões de 178.340/182.725/187.780/192.890 pontos e, posteriormente, da resistência em 196.725 pontos, com alvo mais longo no topo histórico em 199.354 pontos. Acima disso, o Ibovespa poderia voltar a mirar a região psicológica dos 200.000 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com a perda da importante região de 173.543 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo potencial para aceleração das quedas, com alvos em 171.815/164.780 pontos e projeção mais longa em 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice voltou a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, embora ainda permaneça próximo dessas referências, o que mantém o mercado em uma zona decisiva no curtíssimo prazo.
Para retomada da alta, será necessário superar a faixa de resistência em 178.200/179.475 pontos. Caso isso aconteça, o índice pode buscar 180.935/182.870 pontos, com extensões em 185.585/187.845 pontos.
Por outro lado, caso volte a perder a região de suporte em 174.890/173.540 pontos, o fluxo vendedor pode ganhar ainda mais força, com alvos em 171.815/168.835 pontos e projeções mais longas na faixa de 166.295/163.570 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (22/05) com baixa de 0,53%, aos 177.745 pontos, devolvendo parte da recuperação recente e mantendo o mercado sob pressão no curto prazo.
Em resumo, observo um mercado ainda fragilizado, embora o mini-índice siga tentando estabilização após o forte movimento corretivo das últimas semanas. No gráfico de 15 minutos, o ativo encerrou o pregão entre as médias móveis, mostrando indefinição no curtíssimo prazo. Para a sessão, acompanho principalmente o suporte em 177.530/176.995 e a resistência em 178.240/178.700, faixas que podem definir o direcionamento intradiário.
Já no gráfico de 60 minutos, o índice segue abaixo das médias, mas ainda próximo delas, o que mantém espaço para movimentos mais voláteis.

O minidólar (WDOM26), contrato com vencimento em junho, encerrou a última sessão (22/05) em alta de 0,72%, aos 5.051,5 pontos, ampliando o movimento de recuperação observado nos últimos pregões.
Na minha leitura, o minidólar segue mostrando fortalecimento comprador no curto prazo após voltar a negociar acima das médias móveis nos gráficos intradiários. No gráfico de 15 minutos, a região de 5.038,5/5.027,5 pontos passa a ser o principal suporte imediato, enquanto a resistência em 5.052/5.067 pontos será decisiva para a continuidade da recuperação.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo mantém viés positivo ao negociar acima das médias móveis, embora ainda exista atenção para a formação de um possível triângulo descendente.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em maio, encerraram a última sessão com forte queda de 3,54%, aos 377.840 pontos, ampliando a pressão vendedora e aproximando o ativo de regiões importantes de suporte.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo segue dentro de uma estrutura lateral mais ampla, porém com fortalecimento do fluxo vendedor no curto prazo. As médias móveis de 9 e 21 períodos continuam sem direção definida, enquanto o preço permanece abaixo dessas referências, mantendo o viés negativo. O IFR (14) em 42,98 segue em zona neutra, mas já mais próximo de níveis que indicam enfraquecimento comprador.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 377.720/360.059 pontos pode intensificar ainda mais a pressão vendedora, abrindo espaço para quedas até 336.570/331.465, com alvo mais longo em 305.902/288.590 pontos.
Por outro lado, uma retomada mais consistente do fluxo comprador dependerá da superação da faixa de 410.120/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (25).

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