Na minha leitura, o Ibovespa manteve o viés negativo e registrou a terceira baixa consecutiva, encerrando a última sessão com queda de 0,33%, aos 190.745 pontos, após oscilar entre a mínima de 189.962 pontos e a máxima de 191.390 pontos. O movimento reforça o fluxo corretivo iniciado após o índice renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos.
Pelo gráfico diário, observo uma deterioração mais clara da estrutura de curto prazo, com o índice passando a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, além de ganhar força nas quedas recentes. O IFR (14) em 51,02 permanece em zona neutra.
Para retomada da alta, entendo que será fundamental o retorno acima da faixa de 192.890/196.725 pontos, além da superação do topo histórico em 199.354 pontos. Caso esse cenário se confirme, o Ibovespa pode voltar a mirar o patamar dos 200.000 pontos, com projeções mais longas em 203.900/205.430 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com a perda da região de 189.960/189.250 pontos. Caso esse nível seja rompido, vejo potencial para intensificação do fluxo vendedor, com alvos em 185.210/180.975 pontos.
Top Traders InfoMoney lista os 20 principais destaques do trading brasileiro em 2025
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice segue pressionado, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio vendedor no curto prazo.
Para uma tentativa de recuperação, será necessário superar a faixa de resistência em 190.940/192.035 pontos, o que pode abrir espaço para avanços até 195.280/196.725 pontos, com extensões em 198.665/199.354 pontos.
Por outro lado, a continuidade da queda depende do rompimento da região de suporte em 189.960/189.240 pontos. Caso esse patamar seja perdido, pode haver aceleração das vendas, com alvos em 186.280/185.210 pontos e projeções mais longas na faixa de 182.155/180.880 pontos.
Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (24/04) com leve baixa de 0,08%, aos 194.355 pontos, mantendo o tom mais fraco após as quedas recentes.
Em resumo, observo um mercado ainda fragilizado, apesar de uma leve recuperação ao longo da última sessão. O índice chegou a reagir e voltou a negociar acima das médias no gráfico de 15 minutos, mas não sustentou o movimento. Para o pregão, o comportamento entre o suporte em 194.260/193.845 e a resistência em 194.565/195.025 deve guiar a direção.
No gráfico de 60 minutos, o ativo segue em zona de indefinição, operando entre as médias, o que sugere cautela no curtíssimo prazo.
O minidólar (WDOK26) encerrou a última sessão (24/04) em queda de 0,88%, aos 4.996,5 pontos, retomando o fluxo vendedor após duas sessões de alta.
Na minha leitura, o minidólar volta a ganhar pressão vendedora e mantém a tendência de baixa no pano de fundo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 4.984,5/4.973, enquanto a primeira resistência aparece em 5.006,5/5.018,5, níveis que devem direcionar o fluxo imediato.
No gráfico de 60 minutos, o ativo permanece abaixo das médias, reforçando o viés negativo no curto prazo.
Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão em queda de 2,61%, aos 389.520 pontos, retomando a pressão vendedora após a sequência recente de altas e devolvendo parte dos ganhos.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo volta a ganhar pressão vendedora, ainda inserido em um movimento lateral mais amplo, com as médias móveis sem inclinação definida. Esse comportamento sugere que o mercado pode ganhar direcionalidade à medida que rompe uma das extremidades desta consolidação. Apesar da queda, o preço segue acima das médias de 9 e 21 períodos, o que ainda preserva parte da estrutura construtiva. O IFR (14) em 55,08 permanece em zona neutra.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 360.059/343.066 pontos pode intensificar o fluxo vendedor, abrindo espaço para quedas até 331.465/305.902, com alvo mais longo em 288.590/259.715 pontos.
Por outro lado, a retomada do fluxo comprador dependerá da superação da faixa de 403.445/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.
Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (27).
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
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Na minha leitura, o Ibovespa manteve o viés negativo e registrou a terceira baixa consecutiva, encerrando a última sessão com queda de 0,33%, aos 190.745 pontos, após oscilar entre a mínima de 189.962 pontos e a máxima de 191.390 pontos. O movimento reforça o fluxo corretivo iniciado após o índice renovar sua máxima histórica em 199.354 pontos.
Pelo gráfico diário, observo uma deterioração mais clara da estrutura de curto prazo, com o índice passando a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, além de ganhar força nas quedas recentes. O IFR (14) em 51,02 permanece em zona neutra.
Para retomada da alta, entendo que será fundamental o retorno acima da faixa de 192.890/196.725 pontos, além da superação do topo histórico em 199.354 pontos. Caso esse cenário se confirme, o Ibovespa pode voltar a mirar o patamar dos 200.000 pontos, com projeções mais longas em 203.900/205.430 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa ganha força com a perda da região de 189.960/189.250 pontos. Caso esse nível seja rompido, vejo potencial para intensificação do fluxo vendedor, com alvos em 185.210/180.975 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o índice segue pressionado, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio vendedor no curto prazo.
Para uma tentativa de recuperação, será necessário superar a faixa de resistência em 190.940/192.035 pontos, o que pode abrir espaço para avanços até 195.280/196.725 pontos, com extensões em 198.665/199.354 pontos.
Por outro lado, a continuidade da queda depende do rompimento da região de suporte em 189.960/189.240 pontos. Caso esse patamar seja perdido, pode haver aceleração das vendas, com alvos em 186.280/185.210 pontos e projeções mais longas na faixa de 182.155/180.880 pontos.
Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (24/04) com leve baixa de 0,08%, aos 194.355 pontos, mantendo o tom mais fraco após as quedas recentes.
Em resumo, observo um mercado ainda fragilizado, apesar de uma leve recuperação ao longo da última sessão. O índice chegou a reagir e voltou a negociar acima das médias no gráfico de 15 minutos, mas não sustentou o movimento. Para o pregão, o comportamento entre o suporte em 194.260/193.845 e a resistência em 194.565/195.025 deve guiar a direção.
No gráfico de 60 minutos, o ativo segue em zona de indefinição, operando entre as médias, o que sugere cautela no curtíssimo prazo.
O minidólar (WDOK26) encerrou a última sessão (24/04) em queda de 0,88%, aos 4.996,5 pontos, retomando o fluxo vendedor após duas sessões de alta.
Na minha leitura, o minidólar volta a ganhar pressão vendedora e mantém a tendência de baixa no pano de fundo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte relevante está em 4.984,5/4.973, enquanto a primeira resistência aparece em 5.006,5/5.018,5, níveis que devem direcionar o fluxo imediato.
No gráfico de 60 minutos, o ativo permanece abaixo das médias, reforçando o viés negativo no curto prazo.
Na minha leitura, os contratos futuros de Bitcoin (BITK26), com vencimento em abril, encerraram a última sessão em queda de 2,61%, aos 389.520 pontos, retomando a pressão vendedora após a sequência recente de altas e devolvendo parte dos ganhos.
Pelo gráfico diário, observo que o ativo volta a ganhar pressão vendedora, ainda inserido em um movimento lateral mais amplo, com as médias móveis sem inclinação definida. Esse comportamento sugere que o mercado pode ganhar direcionalidade à medida que rompe uma das extremidades desta consolidação. Apesar da queda, o preço segue acima das médias de 9 e 21 períodos, o que ainda preserva parte da estrutura construtiva. O IFR (14) em 55,08 permanece em zona neutra.
Para o próximo movimento, entendo que a perda da região de 360.059/343.066 pontos pode intensificar o fluxo vendedor, abrindo espaço para quedas até 331.465/305.902, com alvo mais longo em 288.590/259.715 pontos.
Por outro lado, a retomada do fluxo comprador dependerá da superação da faixa de 403.445/437.540 pontos; acima desse patamar, vejo potencial para avanço até 449.630/479.315, com projeções mais longas em 492.060/517.440 pontos.
Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (27).
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