O Ibovespa encerrou a última sessão em queda, ampliando o movimento corretivo e marcando a segunda baixa consecutiva. O índice recuou 0,69%, aos 186.464 pontos, após oscilar entre a mínima em 183.662 pontos e a máxima em 187.765 pontos. Vale lembrar que, recentemente, o mercado renovou a máxima histórica em 190.561 pontos e vem de seis semanas consecutivas de alta, o que ajuda a contextualizar o atual ajuste.
No gráfico diário, observo que, apesar da correção, o índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a tendência de alta como estrutura principal. O movimento atual ainda se encaixa como realização dentro de um cenário construtivo. O IFR (14) em 67,07, em zona neutra e próximo da sobrecompra, indica espaço tanto para repiques técnicos quanto para a continuidade da acomodação no curto prazo.
Para que o Ibovespa retome o fluxo de alta, será necessária a entrada consistente de força compradora para buscar novamente a máxima histórica em 190.561 pontos. Acima desse nível, os alvos projetados passam a ser 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540/200.000 pontos.
Por outro lado, a continuidade do fluxo corretivo depende da perda da faixa de suporte em 185.340/183.662 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 181.390/180.088 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa fechou com viés negativo e passou a negociar entre as médias de 9 e 21 períodos, sinalizando equilíbrio mais frágil no curtíssimo prazo.
Para reverter esse quadro, o índice precisa superar a resistência em 186.960/188.780 pontos e, posteriormente, voltar a mirar a máxima histórica em 190.561 pontos. Se houver rompimento dessas faixas, os próximos alvos intradiários passam a ser 190.880/191.540 pontos, com extensão até 193.000/193.665 pontos.
Em cenário alternativo, para que o índice siga com o fluxo de baixa, será determinante a perda da faixa de suporte em 185.570/183.470 pontos. Caso esse movimento se confirme, pode haver intensificação do fluxo vendedor, com potencial para buscar 181.390/180.088 pontos e, em uma projeção mais longa, a região de 177.741/176.720 pontos.
Minicontratos
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (13/02) em queda de 0,70%, aos 186.680 pontos, dando sequência ao movimento corretivo recente.
O contrato segue em ajuste após duas sessões de baixa, ainda que preserve a estrutura principal de alta no diário. No gráfico de 15 minutos, observo como referência imediata o suporte em 186.310/185.655 e a resistência em 186.935/187.765, níveis que devem orientar o comportamento do preço no pregão.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo oscila entre as médias curtas, sinalizando possível continuidade da correção caso perca suportes relevantes.
Hoje (18/02) acontece o vencimento do WING26, e o fluxo passa a se concentrar no contrato com vencimento em abril, o WINJ26.
O minidólar (WDOH26) encerrou a última sessão (13/02) com leve alta de 0,04%, aos 5.231 pontos, praticamente estável.
O contrato mostrou leve reação, mas ainda opera sem definição clara de tendência no intraday. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.225/5.215,5, enquanto a primeira resistência aparece em 5.237,5/5.245,5.
Pelo gráfico de 60 minutos, o ativo sustenta-se acima das médias curtas, sinalizando viés levemente construtivo no curtíssimo prazo, embora o movimento ainda dependa de confirmação.
Após sessões de elevada volatilidade, acompanhei uma reação relevante no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou o último pregão em alta de 5,12%, aos 361.120 pontos, sinalizando fôlego comprador no curtíssimo prazo.
No gráfico diário, a alta da sessão indica um movimento de recuperação dentro de um contexto ainda delicado. O ativo vinha operando de forma mais lateral nos últimos dias, mas mantém tendência predominante de baixa. O contrato continua abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com certo afastamento, o que preserva o viés defensivo. O IFR (14) avançou para 31,29, aproximando-se da zona de sobrevenda, o que reforça a leitura de que parte da alta recente pode estar ligada a ajuste técnico após excesso de venda.
Do ponto de vista estratégico, a retomada do fluxo de baixa passa pela perda da faixa de 331.120/319.630, abrindo espaço para novas extensões até 294.980/278.290, com alvo mais distante em 262.365/250.445.
Por outro lado, a continuidade da reação compradora exigirá a superação da resistência em 375.500/381.660; acima desse patamar, o mercado pode buscar 402.720/421.920, com projeção estendida para 433.580/451.240.
Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (18).
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda, ampliando o movimento corretivo e marcando a segunda baixa consecutiva. O índice recuou 0,69%, aos 186.464 pontos, após oscilar entre a mínima em 183.662 pontos e a máxima em 187.765 pontos. Vale lembrar que, recentemente, o mercado renovou a máxima histórica em 190.561 pontos e vem de seis semanas consecutivas de alta, o que ajuda a contextualizar o atual ajuste.
No gráfico diário, observo que, apesar da correção, o índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando a tendência de alta como estrutura principal. O movimento atual ainda se encaixa como realização dentro de um cenário construtivo. O IFR (14) em 67,07, em zona neutra e próximo da sobrecompra, indica espaço tanto para repiques técnicos quanto para a continuidade da acomodação no curto prazo.
Para que o Ibovespa retome o fluxo de alta, será necessária a entrada consistente de força compradora para buscar novamente a máxima histórica em 190.561 pontos. Acima desse nível, os alvos projetados passam a ser 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540/200.000 pontos.
Por outro lado, a continuidade do fluxo corretivo depende da perda da faixa de suporte em 185.340/183.662 pontos, o que pode abrir espaço para testes em 181.390/180.088 pontos.
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Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa fechou com viés negativo e passou a negociar entre as médias de 9 e 21 períodos, sinalizando equilíbrio mais frágil no curtíssimo prazo.
Para reverter esse quadro, o índice precisa superar a resistência em 186.960/188.780 pontos e, posteriormente, voltar a mirar a máxima histórica em 190.561 pontos. Se houver rompimento dessas faixas, os próximos alvos intradiários passam a ser 190.880/191.540 pontos, com extensão até 193.000/193.665 pontos.
Em cenário alternativo, para que o índice siga com o fluxo de baixa, será determinante a perda da faixa de suporte em 185.570/183.470 pontos. Caso esse movimento se confirme, pode haver intensificação do fluxo vendedor, com potencial para buscar 181.390/180.088 pontos e, em uma projeção mais longa, a região de 177.741/176.720 pontos.
Minicontratos
O mini-índice (WING26) encerrou a última sessão (13/02) em queda de 0,70%, aos 186.680 pontos, dando sequência ao movimento corretivo recente.
O contrato segue em ajuste após duas sessões de baixa, ainda que preserve a estrutura principal de alta no diário. No gráfico de 15 minutos, observo como referência imediata o suporte em 186.310/185.655 e a resistência em 186.935/187.765, níveis que devem orientar o comportamento do preço no pregão.
Já no gráfico de 60 minutos, o ativo oscila entre as médias curtas, sinalizando possível continuidade da correção caso perca suportes relevantes.
Hoje (18/02) acontece o vencimento do WING26, e o fluxo passa a se concentrar no contrato com vencimento em abril, o WINJ26.
O minidólar (WDOH26) encerrou a última sessão (13/02) com leve alta de 0,04%, aos 5.231 pontos, praticamente estável.
O contrato mostrou leve reação, mas ainda opera sem definição clara de tendência no intraday. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte está em 5.225/5.215,5, enquanto a primeira resistência aparece em 5.237,5/5.245,5.
Pelo gráfico de 60 minutos, o ativo sustenta-se acima das médias curtas, sinalizando viés levemente construtivo no curtíssimo prazo, embora o movimento ainda dependa de confirmação.
Após sessões de elevada volatilidade, acompanhei uma reação relevante no futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro. O contrato encerrou o último pregão em alta de 5,12%, aos 361.120 pontos, sinalizando fôlego comprador no curtíssimo prazo.
No gráfico diário, a alta da sessão indica um movimento de recuperação dentro de um contexto ainda delicado. O ativo vinha operando de forma mais lateral nos últimos dias, mas mantém tendência predominante de baixa. O contrato continua abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com certo afastamento, o que preserva o viés defensivo. O IFR (14) avançou para 31,29, aproximando-se da zona de sobrevenda, o que reforça a leitura de que parte da alta recente pode estar ligada a ajuste técnico após excesso de venda.
Do ponto de vista estratégico, a retomada do fluxo de baixa passa pela perda da faixa de 331.120/319.630, abrindo espaço para novas extensões até 294.980/278.290, com alvo mais distante em 262.365/250.445.
Por outro lado, a continuidade da reação compradora exigirá a superação da resistência em 375.500/381.660; acima desse patamar, o mercado pode buscar 402.720/421.920, com projeção estendida para 433.580/451.240.
Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira (18).
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