Na última sessão (07/01), o Ibovespa registrou um movimento de correção, que interrompeu uma sequência de duas altas consecutivas. O índice recuou 1,03%, aos 161.975 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 161.745 pontos e a máxima de 163.660 pontos. Mesmo com a realização recente, o mercado segue negociando próximo da máxima histórica em 165.035 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o Ibovespa negocia acima das médias de 9 e 21 períodos, o que preserva a estrutura positiva de curto prazo, apesar do ajuste visto na última sessão. Para que o índice retome o movimento de alta, será fundamental a entrada de fluxo comprador capaz de superar a faixa de 163.660/164.135 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 165.035 pontos, abrindo espaço para projeções em 165.170/167.685 pontos.
Em contrapartida, a perda da região de 161.869/160.455 pontos tende a aprofundar o movimento corretivo, com próximos suportes em 159.700/157.300 pontos. O IFR (14), em 58,41, permanece em zona neutra, sem sinais claros de sobrecompra ou sobrevenda.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o viés de curto prazo ficou mais cauteloso. O índice fechou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, refletindo a pressão vendedora da última sessão. Para que haja retomada da alta, será necessário reconquistar a região das médias e superar a resistência em 163.073/163.910 pontos.
Caso esse movimento se confirme, o Ibovespa volta a mirar a máxima histórica em 165.035 pontos, com alvo projetado em 165.545/166.800 pontos.
Por outro lado, a perda consistente do suporte em 161.865/160.180 pontos pode intensificar o fluxo vendedor, levando o índice inicialmente para 159.700/159.155 pontos e, em um cenário mais estendido, para a região de 189.140/157.300 pontos.
Minicontratos
O mini-índice (WING26) fechou a última sessão (04/01) em baixa de 1,24%, aos 164.100 pontos, devolvendo parte das altas recentes.
Após o movimento corretivo da última sessão, sigo atento ao comportamento do índice no gráfico de 15 minutos, que trabalha abaixo das médias, com suporte imediato em 164.010/163.600 e resistência em 164.325/164.525, níveis que devem balizar o pregão.
No gráfico de 60 minutos, o viés também é mais defensivo, com o índice pressionado e testando regiões técnicas relevantes.
Os contratos de minidólar (WDOG26), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (07/01) em alta de 0,21%, aos 5.420,5 pontos, interrompendo uma sequência recente de baixas.
Em resumo, o movimento recente indica um repique técnico após quatro sessões consecutivas de queda, mas ainda sem confirmação de reversão. No curto prazo, o mercado observa de perto o suporte em 5.415/5.403 pontos e a resistência em 5.424/5.434 pontos, níveis que tendem a definir a direção imediata do fluxo.
Pelo gráfico de 60 minutos, há melhora marginal, mas o cenário ainda exige confirmação com rompimento de resistências.
O contrato futuro de Bitcoin (BITF26), com vencimento em janeiro, voltou a recuar e encerrou a última sessão em queda de 2,33%, aos 495.440 pontos. O movimento amplia o ajuste observado nos pregões recentes e mantém o mercado em compasso de espera, diante da ausência de um fluxo direcional mais claro.
No gráfico diário, observo que o Bitcoin futuro registra a segunda baixa consecutiva, em um contexto de lateralização. As médias móveis também seguem praticamente de lado, reforçando a leitura de consolidação. Neste momento, o ativo negocia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que limita tentativas de recuperação mais consistentes. O IFR (14) está em 46,34, em zona neutra.
Pelo lado negativo, o suporte imediato está concentrado em 484.240/470.330 pontos. A perda dessa faixa pode destravar uma nova perna de baixa, com alvos em 446.545/408.755 pontos e, em um cenário mais prolongado, 385.475/364.330 pontos.
Para que o ativo volte a ganhar tração na ponta compradora, será necessário superar a resistência em 518.560/530.725 pontos. Um rompimento consistente dessa região pode abrir espaço para avanços em 549.925/584.055 pontos, com alvo mais longo projetado na faixa de 622.600/654.185 pontos.
Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quinta-feira (08).
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.
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Na última sessão (07/01), o Ibovespa registrou um movimento de correção, que interrompeu uma sequência de duas altas consecutivas. O índice recuou 1,03%, aos 161.975 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 161.745 pontos e a máxima de 163.660 pontos. Mesmo com a realização recente, o mercado segue negociando próximo da máxima histórica em 165.035 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o Ibovespa negocia acima das médias de 9 e 21 períodos, o que preserva a estrutura positiva de curto prazo, apesar do ajuste visto na última sessão. Para que o índice retome o movimento de alta, será fundamental a entrada de fluxo comprador capaz de superar a faixa de 163.660/164.135 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 165.035 pontos, abrindo espaço para projeções em 165.170/167.685 pontos.
Em contrapartida, a perda da região de 161.869/160.455 pontos tende a aprofundar o movimento corretivo, com próximos suportes em 159.700/157.300 pontos. O IFR (14), em 58,41, permanece em zona neutra, sem sinais claros de sobrecompra ou sobrevenda.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o viés de curto prazo ficou mais cauteloso. O índice fechou abaixo das médias de 9 e 21 períodos, refletindo a pressão vendedora da última sessão. Para que haja retomada da alta, será necessário reconquistar a região das médias e superar a resistência em 163.073/163.910 pontos.
Caso esse movimento se confirme, o Ibovespa volta a mirar a máxima histórica em 165.035 pontos, com alvo projetado em 165.545/166.800 pontos.
Por outro lado, a perda consistente do suporte em 161.865/160.180 pontos pode intensificar o fluxo vendedor, levando o índice inicialmente para 159.700/159.155 pontos e, em um cenário mais estendido, para a região de 189.140/157.300 pontos.
Minicontratos
O mini-índice (WING26) fechou a última sessão (04/01) em baixa de 1,24%, aos 164.100 pontos, devolvendo parte das altas recentes.
Após o movimento corretivo da última sessão, sigo atento ao comportamento do índice no gráfico de 15 minutos, que trabalha abaixo das médias, com suporte imediato em 164.010/163.600 e resistência em 164.325/164.525, níveis que devem balizar o pregão.
No gráfico de 60 minutos, o viés também é mais defensivo, com o índice pressionado e testando regiões técnicas relevantes.
Os contratos de minidólar (WDOG26), com vencimento em fevereiro, encerraram a última sessão (07/01) em alta de 0,21%, aos 5.420,5 pontos, interrompendo uma sequência recente de baixas.
Em resumo, o movimento recente indica um repique técnico após quatro sessões consecutivas de queda, mas ainda sem confirmação de reversão. No curto prazo, o mercado observa de perto o suporte em 5.415/5.403 pontos e a resistência em 5.424/5.434 pontos, níveis que tendem a definir a direção imediata do fluxo.
Pelo gráfico de 60 minutos, há melhora marginal, mas o cenário ainda exige confirmação com rompimento de resistências.
O contrato futuro de Bitcoin (BITF26), com vencimento em janeiro, voltou a recuar e encerrou a última sessão em queda de 2,33%, aos 495.440 pontos. O movimento amplia o ajuste observado nos pregões recentes e mantém o mercado em compasso de espera, diante da ausência de um fluxo direcional mais claro.
No gráfico diário, observo que o Bitcoin futuro registra a segunda baixa consecutiva, em um contexto de lateralização. As médias móveis também seguem praticamente de lado, reforçando a leitura de consolidação. Neste momento, o ativo negocia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que limita tentativas de recuperação mais consistentes. O IFR (14) está em 46,34, em zona neutra.
Pelo lado negativo, o suporte imediato está concentrado em 484.240/470.330 pontos. A perda dessa faixa pode destravar uma nova perna de baixa, com alvos em 446.545/408.755 pontos e, em um cenário mais prolongado, 385.475/364.330 pontos.
Para que o ativo volte a ganhar tração na ponta compradora, será necessário superar a resistência em 518.560/530.725 pontos. Um rompimento consistente dessa região pode abrir espaço para avanços em 549.925/584.055 pontos, com alvo mais longo projetado na faixa de 622.600/654.185 pontos.
Suporte e resistência
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