Futuros de NY sobem na volta do feriado de Ação de Graças; PMI nos EUA, Lagarde, Haddad e mais destaques

ações bolsa mercado stocks índices gráficos

Os índices futuros dos EUA operam com alta, enquanto as bolsas da Europa operam mistas nesta sexta-feira (24), no retorno do feriado de Ação de Graças, com investidores atentos aos Índices de Gerentes de Compras (PMIs, na sigla em inglês) nos EUA e falas da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde.

Os mercados dos EUA terão um dia de negociação mais curto, com fechamento às 15h.

As bolsas da Ásia-Pacífico também fecharam sem direção única, com os dados japoneses impulsionando o índice Nikkei, enquanto o índice Hang Seng, de Hong Kong, despencou 1,77%.

O Japão viu a sua taxa de inflação subjacente subir para 2,9% em outubro, superior aos 2,8% registados no mês anterior. A taxa de inflação global situou-se em 3,3%, acelerando face aos 3% registados em setembro.

Por aqui, Fernando Haddad, ministro da Fazenda, fará um pronunciamento à imprensa por volta das 9h. O tema não foi informado, mas especulações sugerem que pode ser porque o presidente Lula vetou integralmente prorrogar a desoneração da folha.

No campo corporativo, investidores repercutem o novo Plano Estratégico da Petrobras (PETR4;PETR3) que prevê investimentos de US$ 102 bilhões nos próximos cinco anos.

1.Bolsas Mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam com leves ganhos nesta manhã de sexta-feira, na volta do feriado de Ação de Graças, mas com horário de pregão reduzido.

Investidores estarão atentos aos dados de atividade econômica que serão publicados no final da manhã.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro (EUA), +0,10%
  • S&P 500 Futuro (EUA), +0,04%
  • Nasdaq Futuro (EUA), -0,03% 

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam mistos, com investidores digerindo dados econômicos do Japão publicados na sessão de hoje.

A terceira maior economia do mundo viu a sua taxa de inflação subjacente subir para 2,9% em outubro, superior aos 2,8% registados no mês anterior. A taxa de inflação global situou-se em 3,3%, acelerando face aos 3% registados em setembro.

A atividade industrial do Japão permaneceu em território de contração em novembro. O índice de gerentes de compras (PMI) de manufatura do país ficou em 48,1 em novembro, o menor desde fevereiro. Também foi inferior a 48,7 em outubro.

A leitura de novembro foi o sexto mês consecutivo em que a atividade fabril no Japão contraiu.

  • Shanghai SE (China), -0,68%
  • Nikkei (Japão),+0,52%
  • Hang Seng Index (Hong Kong), -1,96%
  • Kospi (Coreia do Sul), -0,73% 
  • ASX 200 (Austrália), +0,17

Europa

Os mercados europeus operam mistos, com investidores da região permanecendo cautelosos.

Os números finais do produto interno bruto (PIB) da Alemanha para o terceiro trimestre na sexta-feira confirmaram uma leitura anterior de contração mensal de 0,1%. O PIB caiu 0,8% em relação ao ano anterior.

Os investidores também estão monitorando um discurso da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde.

  • FTSE 100 (Reino Unido), +0,34%
  • DAX (Alemanha), -0,12%
  • CAC 40 (França), -0,10%
  • FTSE MIB (Itália), -0,11% 
  • STOXX 600, -0,13%  

Commodities 

Os preços do petróleo operam em baixa, ampliando as perdas da sessão anterior, enquanto os traders especulavam se a OPEP+ chegaria a um acordo sobre novos cortes de produção.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, conhecidos como OPEP+, surpreendeu o mercado com o anúncio na quarta-feira de que iria adiar uma reunião ministerial por quatro dias, para 30 de novembro, depois de os produtores terem lutado para chegar a um consenso sobre os níveis de produção.

As cotações do minério de ferro na China fecharam com alta, com traders ponderando sobre temores persistentes após a intervenção do governo e o otimismo liderado pelo apoio imobiliário na China, principal consumidor.

  • Petróleo WTI, -0,74%, a US$ 76,50 o barril
  • Petróleo Brent, +0,02%, a US$ 81,44 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 0,61%, a 986,50 iuanes, o equivalente a US$ 137,94 

Bitcoin

  • Bitcoin, +0,57% a US$ 37.529,30 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

2. Agenda

A semana termina com a divulgação de dados da sondagem do consumidor no Brasil e de atividade econômica nos Estados Unidos. 

Brasil

8h: Sondagem do consumidor

XP Investimentos
Abra a sua conta e ganhe uma mochila XP Aston Martin
Confira os 4 passos para garantir os seus itens
EU QUERO

8h: Campos Neto, presidente do BC tem reunião com Jorge Paulo Lemann, Sócio 3G da BRC-Global (fechado à imprensa)

9h: Fernando Haddad, ministro da Fazenda (coletiva à imprensa em São Paulo),

12h30: Campos Neto tem reunião com Mario Mesquita, Economista-Chefe do Itaú Unibanco (fechado à imprensa)

14h30: Campos Neto tem reunião, por videoconferência, com representantes da Asset 1 (fechado à imprensa)

EUA

11h45: Prévia do PMI de serviços S&P

11h45: Prévia do PMI composto S&P

11h45: Prévia do PMI da indústria S&P

3. Noticiário econômico

Haddad fará pronunciamento à imprensa nesta sexta-feira 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fará um pronunciamento à imprensa nesta sexta-feira (24). A fala do ministro está prevista para às 9h. O tema não foi informado.

A agenda do ministro foi atualizada após surgir a informação no início da noite de que o presidente Lula teria se decidido pelo veto total da PL da desoneração da folha, em um forte sinal de apoio à equipe econômica no seu esforço para equilibrar as contas públicas.

Lula veta prorrogação da desoneração da folha de pagamento

O Lula vetou integralmente o projeto de lei que pretendia estender até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e reduzir a contribuição para a Previdência Social paga por pequenos municípios.

Implementada desde 2011 como medida temporária, a política de desoneração da folha vinha sendo prorrogada desde então. Com o veto presidencial, a medida perde a validade em dezembro deste ano.

A ideia do projeto de lei, aprovado pelo Congresso no mês passado, era manter a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. A política beneficia principalmente o setor de serviços. Até 2011, a contribuição correspondia a 20% da folha de pagamento. Esse cálculo voltará a ser aplicado em janeiro.

Os 17 setores são: confecção e vestuário; calçados; construção civil; call center; comunicação; empresas de construção e obras de infraestrutura; couro; fabricação de veículos e carroçarias; máquinas e equipamentos; proteína animal; têxtil; tecnologia da informação (TI); tecnologia de comunicação (TIC); projeto de circuitos integrados; transporte metroferroviário de passageiros; transporte rodoviário coletivo; e transporte rodoviário de cargas.

4. Noticiário político

Pacheco: ministros do STF não se sobrepõem ao Congresso e ao Planalto

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que as decisões individuais de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não podem se sobrepor ao Congresso Nacional e ao presidente da República.

A declaração ocorre após o Senado ter aprovado na última quarta-feira (22) proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita as decisões monocráticas (individuais) dos ministros da Corte Suprema e demais tribunais. Na quinta-feira (23), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse que a proposta é desnecessária e não contribui para o Brasil.

De acordo com Pacheco, a proposta tem embasamento técnico, foi amplamente debatida com a sociedade e pelos senadores e busca equilíbrio entre os Poderes. Ele argumenta ainda que a própria Constituição prevê que declarações de inconstitucionalidade de leis devem ser tomadas pela maioria absoluta do colegiado do STF, o que não vem sendo, segundo ele, cumprido no país.

5. Radar Corporativo

Petrobras (PETR4;PETR3)

O Conselho de Administração da Petrobras (PETR4;PETR3) aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira (23), o Plano Estratégico para o quinquênio 2024-2028 (PE 2024-28+), prevendo investir US$ 102 bilhões nos próximos cinco anos.

A cifra informada pela estatal é 31% superior ao plano passado e em linha com as especulações do mercado de que o valor ultrapassaria US$ 100 bilhões.

Do montante, US$ 91 bilhões serão direcionados a projetos em implantação (Carteira em Implantação) e US$ 11 bilhões compostos por projetos em avaliação (Carteira em Avaliação), sujeitos a estudos adicionais de financiabilidade antes do início da contratação e execução.

Grupo Casas Bahia (BHIA3)

A S&P rebaixou os ratings de crédito de emissor e emissão do Grupo Casas Bahia (BHIA3) de ‘brA-’ para ‘brBBB-’ na escala nacional. A perspectiva do rating de emissor é negativa.

Segundo a agência classificadora de risco, os números reportados pela varejista no terceiro trimestre deste ano indicam que o grupo não atingirá as métricas de crédito esperadas.

(Com Estadão, Reuters e Agência Brasil)

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Os mercados dos EUA terão um dia de negociação mais curto, com fechamento às 15h.

As bolsas da Ásia-Pacífico também fecharam sem direção única, com os dados japoneses impulsionando o índice Nikkei, enquanto o índice Hang Seng, de Hong Kong, despencou 1,77%.

O Japão viu a sua taxa de inflação subjacente subir para 2,9% em outubro, superior aos 2,8% registados no mês anterior. A taxa de inflação global situou-se em 3,3%, acelerando face aos 3% registados em setembro.

Por aqui, Fernando Haddad, ministro da Fazenda, fará um pronunciamento à imprensa por volta das 9h. O tema não foi informado, mas especulações sugerem que pode ser porque o presidente Lula vetou integralmente prorrogar a desoneração da folha.

No campo corporativo, investidores repercutem o novo Plano Estratégico da Petrobras (PETR4;PETR3) que prevê investimentos de US$ 102 bilhões nos próximos cinco anos.

1.Bolsas Mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam com leves ganhos nesta manhã de sexta-feira, na volta do feriado de Ação de Graças, mas com horário de pregão reduzido.

Investidores estarão atentos aos dados de atividade econômica que serão publicados no final da manhã.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro (EUA), +0,10%
  • S&P 500 Futuro (EUA), +0,04%
  • Nasdaq Futuro (EUA), -0,03% 

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam mistos, com investidores digerindo dados econômicos do Japão publicados na sessão de hoje.

A terceira maior economia do mundo viu a sua taxa de inflação subjacente subir para 2,9% em outubro, superior aos 2,8% registados no mês anterior. A taxa de inflação global situou-se em 3,3%, acelerando face aos 3% registados em setembro.

A atividade industrial do Japão permaneceu em território de contração em novembro. O índice de gerentes de compras (PMI) de manufatura do país ficou em 48,1 em novembro, o menor desde fevereiro. Também foi inferior a 48,7 em outubro.

A leitura de novembro foi o sexto mês consecutivo em que a atividade fabril no Japão contraiu.

  • Shanghai SE (China), -0,68%
  • Nikkei (Japão),+0,52%
  • Hang Seng Index (Hong Kong), -1,96%
  • Kospi (Coreia do Sul), -0,73% 
  • ASX 200 (Austrália), +0,17

Europa

Os mercados europeus operam mistos, com investidores da região permanecendo cautelosos.

Os números finais do produto interno bruto (PIB) da Alemanha para o terceiro trimestre na sexta-feira confirmaram uma leitura anterior de contração mensal de 0,1%. O PIB caiu 0,8% em relação ao ano anterior.

Os investidores também estão monitorando um discurso da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde.

  • FTSE 100 (Reino Unido), +0,34%
  • DAX (Alemanha), -0,12%
  • CAC 40 (França), -0,10%
  • FTSE MIB (Itália), -0,11% 
  • STOXX 600, -0,13%  

Commodities 

Os preços do petróleo operam em baixa, ampliando as perdas da sessão anterior, enquanto os traders especulavam se a OPEP+ chegaria a um acordo sobre novos cortes de produção.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, conhecidos como OPEP+, surpreendeu o mercado com o anúncio na quarta-feira de que iria adiar uma reunião ministerial por quatro dias, para 30 de novembro, depois de os produtores terem lutado para chegar a um consenso sobre os níveis de produção.

As cotações do minério de ferro na China fecharam com alta, com traders ponderando sobre temores persistentes após a intervenção do governo e o otimismo liderado pelo apoio imobiliário na China, principal consumidor.

  • Petróleo WTI, -0,74%, a US$ 76,50 o barril
  • Petróleo Brent, +0,02%, a US$ 81,44 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 0,61%, a 986,50 iuanes, o equivalente a US$ 137,94 

Bitcoin

  • Bitcoin, +0,57% a US$ 37.529,30 (em relação à cotação de 24 horas atrás)

2. Agenda

A semana termina com a divulgação de dados da sondagem do consumidor no Brasil e de atividade econômica nos Estados Unidos. 

Brasil

8h: Sondagem do consumidor

XP Investimentos
Abra a sua conta e ganhe uma mochila XP Aston Martin
Confira os 4 passos para garantir os seus itens
EU QUERO

8h: Campos Neto, presidente do BC tem reunião com Jorge Paulo Lemann, Sócio 3G da BRC-Global (fechado à imprensa)

9h: Fernando Haddad, ministro da Fazenda (coletiva à imprensa em São Paulo),

12h30: Campos Neto tem reunião com Mario Mesquita, Economista-Chefe do Itaú Unibanco (fechado à imprensa)

14h30: Campos Neto tem reunião, por videoconferência, com representantes da Asset 1 (fechado à imprensa)

EUA

11h45: Prévia do PMI de serviços S&P

11h45: Prévia do PMI composto S&P

11h45: Prévia do PMI da indústria S&P

3. Noticiário econômico

Haddad fará pronunciamento à imprensa nesta sexta-feira 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fará um pronunciamento à imprensa nesta sexta-feira (24). A fala do ministro está prevista para às 9h. O tema não foi informado.

A agenda do ministro foi atualizada após surgir a informação no início da noite de que o presidente Lula teria se decidido pelo veto total da PL da desoneração da folha, em um forte sinal de apoio à equipe econômica no seu esforço para equilibrar as contas públicas.

Lula veta prorrogação da desoneração da folha de pagamento

O Lula vetou integralmente o projeto de lei que pretendia estender até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e reduzir a contribuição para a Previdência Social paga por pequenos municípios.

Implementada desde 2011 como medida temporária, a política de desoneração da folha vinha sendo prorrogada desde então. Com o veto presidencial, a medida perde a validade em dezembro deste ano.

A ideia do projeto de lei, aprovado pelo Congresso no mês passado, era manter a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. A política beneficia principalmente o setor de serviços. Até 2011, a contribuição correspondia a 20% da folha de pagamento. Esse cálculo voltará a ser aplicado em janeiro.

Os 17 setores são: confecção e vestuário; calçados; construção civil; call center; comunicação; empresas de construção e obras de infraestrutura; couro; fabricação de veículos e carroçarias; máquinas e equipamentos; proteína animal; têxtil; tecnologia da informação (TI); tecnologia de comunicação (TIC); projeto de circuitos integrados; transporte metroferroviário de passageiros; transporte rodoviário coletivo; e transporte rodoviário de cargas.

4. Noticiário político

Pacheco: ministros do STF não se sobrepõem ao Congresso e ao Planalto

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que as decisões individuais de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não podem se sobrepor ao Congresso Nacional e ao presidente da República.

A declaração ocorre após o Senado ter aprovado na última quarta-feira (22) proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita as decisões monocráticas (individuais) dos ministros da Corte Suprema e demais tribunais. Na quinta-feira (23), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse que a proposta é desnecessária e não contribui para o Brasil.

De acordo com Pacheco, a proposta tem embasamento técnico, foi amplamente debatida com a sociedade e pelos senadores e busca equilíbrio entre os Poderes. Ele argumenta ainda que a própria Constituição prevê que declarações de inconstitucionalidade de leis devem ser tomadas pela maioria absoluta do colegiado do STF, o que não vem sendo, segundo ele, cumprido no país.

5. Radar Corporativo

Petrobras (PETR4;PETR3)

O Conselho de Administração da Petrobras (PETR4;PETR3) aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira (23), o Plano Estratégico para o quinquênio 2024-2028 (PE 2024-28+), prevendo investir US$ 102 bilhões nos próximos cinco anos.

A cifra informada pela estatal é 31% superior ao plano passado e em linha com as especulações do mercado de que o valor ultrapassaria US$ 100 bilhões.

Do montante, US$ 91 bilhões serão direcionados a projetos em implantação (Carteira em Implantação) e US$ 11 bilhões compostos por projetos em avaliação (Carteira em Avaliação), sujeitos a estudos adicionais de financiabilidade antes do início da contratação e execução.

Grupo Casas Bahia (BHIA3)

A S&P rebaixou os ratings de crédito de emissor e emissão do Grupo Casas Bahia (BHIA3) de ‘brA-’ para ‘brBBB-’ na escala nacional. A perspectiva do rating de emissor é negativa.

Segundo a agência classificadora de risco, os números reportados pela varejista no terceiro trimestre deste ano indicam que o grupo não atingirá as métricas de crédito esperadas.

(Com Estadão, Reuters e Agência Brasil)

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